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Blog de Evaldo Bazeggio
 


Novo endereço

Depois de quatro anos aqui no UOL, mudei de endereço.

Meu blog agora está em www.bazeggio.com.br.

Agradeço se me visitar por lá. 



Escrito por evaldo às 12h03
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Adaptações necessárias para gerenciar a geração Y
Reflexões a partir da palestra da ESAD (21/06)
Tenho dedicado minha atenção a estudar as mudanças que deveremos fazer na gestão para conviver com a chamada geração Y. E só fazer uma busca na internet que encontraremos grande quantidade de artigos com as mais diversas dicas. Algumas coisas de ordem prática me intrigam. Uma delas é "fazer relatórios". Está claro que os trabalhadores da geração Y não gostam de fazer relatórios. Acham relatórios uma grande perda de tempo, uma bobagem. Na maior parte das vezes eu concordo com eles. E quanto for necessário? Como fazer? Um aluno participante da palestra na ESAD deu uma dica interessante: mudar o formato do relatório. Sugeriu simplificar, reduzir o tamanho e produzi-lo à base de print screen. Não precisa relatar, basta demonstrar. Gostei da sugestão e comecei a praticar com meus pupilos. Meus relatórios passam a ser em tópicos curtos, colagens e links para a internet. 



Escrito por evaldo às 16h01
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A prepotência de quem agita no twitter e outras bobagens
O twitter tem algum poder?
Começo a desconfiar que o poder do twitter, facebook e outras redes da web é muito pequeno. No último dia 23/06 eu perguntei aos alunos na sala de aula de pós-graduação sobre o tal do "Cala Boca Galvão". Ninguém sabia do que se tratava. Um único aluno disse que viu a capa da revista VEJA sobre o assunto. Como não leu a matéria nada sabia  a respeito. a mobilização da informação gerada pelo twitter tem sido comentada na blogosfera como um fenômeno relevante. Em termos práticos não tem causando nenhum resultado. Depois do pega-no-pé do Galvão Bueno veio a campanha de "um dia sem Globo". Nessa daí eu recebi também mensagens por e-mail. Hoje, 25/06, a audiência da Globo subiu em relação ao jogo anterior da copa do mundo. Significa que a mobilização não funcionou. Globo é povão. Twitter é elite e geração Y, que quase não assiste a Globo.



Escrito por evaldo às 15h50
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Parar de usar o office pirata

Será possível viver sem o Office instalado no seu computador?
Sim. Em breve.
Eu já estava querendo mesmo me livrar do OFFICE nos meus computadores portáteis. As razões são muitas: Custa muito caro, necessita de muita memória e tem um modelo anterior à Web 1.0. Pois agora isso está mais perto do que nunca. Lemos nas Folhas que a Microsoft lançou oficialmente, em beta, aprendendo com o Google, o DOCS dentro do Facebook. 
É uma reação tardia mas necessária. Desde 2006 o Google vinha solitário na  disponibilização aplicações de "escritório" na nuvem. Quem trabalha comigo já conhece as vantagens de compartilhamento e edição de documentos Word e Excell sem a necessidade de ter o aquivo salvo fisicamente em uma determinada pasta em um determinado computador. 
De imediato vejo que os jovens da geração Y vão poder usar todas as aplicações tradicionais (Word, Excell, Power Point) mais facilmente, compartilhando entre si com segurança controlada.
O próximo passo deveria ser o google colocar o Docs dentro do Orkut pois as aplicações de "Fazenda Feliz" não me servem.
Veja aqui um tutorial explicando como funciona o DOCS.
Vale a pena também ler a versão "OFFICIAL" da Microsoft. Se você não entender chame o robô translator do google e traduza. Fica legal.



Escrito por evaldo às 09h11
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O seu modelo de negócio precisa ser revisto
Os sinais estão por todos os lados.
Em novembro de 2006 os alunos do MBA ESAD viram mela primeira vez o slide abaixo. Na ocasião usei o mote do redirecionamento estratégico da Microsoft para perguntar: Por quanto tempo o seu atual modelo de negócio se sustenta? De lá para cá os sinais se confirmaram e a Microsoft mudou sua estratégia, entrando definitivamente com o office em "computação na nuvem". O Balmer anunciou aqui  no Brasil na semana passada os principais avanços que envolvem um novo MSN integrado a várias redes sociais, lançamento do office "pay-per-use" e um office específico para ser usando dentro do facebook.
Ao observar a linha do tempo, me perguntei: Quanto tempo as empresas tem para ajustar sua trajetória antes de sucumbir? Parece que algumas tem mais tempo. A Microsoft continua fortíssima. Já outras não conseguiram redirecionar sua estratégia a tempo. Nesse grupo está a PALM, cuja marca até hoje é sinônimo de computador de mão. A Palm foi comprada pela HP e ninguém sabe seu destino. No Brasil já teve até fábrica e hoje sumiu.
Continuo perguntando: O seu modelo de negócio sobrevive?




Escrito por evaldo às 08h15
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Direcionamento de carreira.
O Rogério me pergunta qual o MBA tornaria o currículo dele imbatível.
Rogério, entendo sua angústia. Minha visão sobre isso é perigosa. Para mim o que aumenta o valor do currículo é o resultado conseguido pela sua atuação e não os cursos feitos.Isso decorre da minha trajetória profissional. Só fiz cursos depois de ter trabalhos desafiadores, nunca antes. Sei que isso não é a regra. As pessoas precisam adquirir competências para serem aproveitadas em trabalhos desafiadores.
Assim, sempre é preciso lembrar que existem três tipos de atividades: O que eu sei fazer, o que eu gosto de fazer e o que o mercado precisa e paga.
Se você colocar isso em três círculos, busque aquilo que está na interseção entre os três fatores. Veja a imagem a seguir:

O sucesso profissional está em oferecer ao mercado aquilo que está sendo buscado. Veja só, hoje (18/04) uma reportagem do Correio Braziliense fala na falta de bons mecânicos para carros. Isso significa que uma pessoa que faça bem isso e goste de ser mecânico tem sucesso garantido. 



Escrito por evaldo às 15h15
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Meritocracia no serviço público
O termo "meritocracia" ainda é desconhecido no vocabulário de alguns gestores, mas isso está mudando.

O assunto gestão para resultados passa a ter maior importância para os servidores públicos a partir de agora. Recentemente fiz um teste em sala de aula de pós-graduação em gestão, e percebi que significado da  palavra meritocracia não era conhecido por muitos alunos. Isso terá que mudar com os novos modelos previstos para a gestão pública. No meu texto anterior já falei do decreto 7.133 e agora vamos prosseguir.
Um dos objetivos do decreto é a consolidação do Planejamento Estratégico na gestão pública. Estamos falando do planejamento clássico que a partir do papel do órgão (Missão) define objetivos estratégicos, implementa indicadores objetivos de medição, desdobra em metas e consolida em planos. Esses planos é que irão para a agenda dos servidores. Ao ser implementada a avaliação, o atingimento dos resultados contratados (metas) vai definir o pagamento de até 80% do valor da gratificação por desempenho. São 48 carreiras contempladas, representando em torno de 200 mil servidores. Os outros 20% estão atrelados a uma avaliação 360 graus, onde os gestores tem o maior peso.
Além dos reflexos no pagamento da gratificação de desempenho, o resultado da avaliação vai indicar a necessidade de capacitação. Todos os servidores que receberem menos de 50% dos pontos possíveis estarão automaticamente incluídos em programas de desenvolvimento que visem a melhoria do seu desempenho.

Onde saber mais: O Jornal Correio Braziliense publica na sua edição de hoje uma ampla reportagem sobre o assunto. O conteúdo está disponível no site do jornal para assinantes. Caso não consiga no site, clique aqui e veja a matéria.

 



Escrito por evaldo às 10h30
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Modernização da Gestão Pública

Existe luz no túnel (e não é um trem em sentido contrário)
Sinais promissores na administração pública

Pelas oportunidades da minha atuação profissional, convivo diariamente com dois mundos da gestão.
Um mundo é o da gestão em empresas privadas. O outro é a gestão pública, principalmente no poder executivo. No mundo da iniciativa privada a busca por resultados é intensa, vibrante e coloca todos os gestores numa intensa corrida. Corrida por metas que quando não são atingidas geram conseqüências para todos. Quando atingidas entregam bônus, remuneração variável e fama.
No mundo da gestão pública, os modelos  estão focados nos processos e raramente premiam aqueles que buscam e conseguem resultados para a sociedade.
Pois agora foi publicado o decreto nº 7.133 de 19 de Março de 2010 que aprova os critérios e procedimentos gerais para avaliação de desempenho individual e institucional, bem como o pagamento das gratificações de desempenho que já tinham sido criadas anteriormente para inúmeras carreiras do poder executivo federal.
Alguns aspectos muito interessantes do decreto:

- A avaliação de desempenho institucional visa aferir o alcance das metas organizacionais e terá 80% do peso na composição da avaliação final de cada servidor público;
- As metas globais de cada órgão deverão ser desdobradas em metas intermediárias referentes às equipes de trabalho;
- As metas das equipes serão definidas por critérios objetivos e vão compor o plano de trabalho anual de cada unidade ou orgão;
- A gestão de todo o desempenho institucional e individual deve ser feita de forma transparente e amplamente divulgada, contendo critérios de fixação das metas, avaliações intermediárias, conteúdo dos planos de trabalho, histórico dos desempenhos anteriores, etc
- Além da avaliação das metas organizacionais, o servidor será avaliado também por fatores como produtividade, conhecimento de métodos o técnicas, trabalho em equipe, comprometimento, dentre outras. Essa avaliação terá peso de 20% na composição da pontuação que será usada para pagamento das gratificações.

Considero o método proposto pelo decreto bastante completo. Quanto à implantação efetiva, creio que enfrentará gigantescos obstáculos técnicos e culturais. Os principais serão os obstáculos culturais em vista de que a gestão por resultados é pouco disseminada. Voltarei ao assunto oportunamente.



Escrito por evaldo às 10h13
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Falência dos modelos piramidais

As estruturas rígidas já não servem mais.

O problema é que os novos modelos estruturais ainda não se firmaram

A Priscila, aluna do MBA ESAD, remeteu sua pergunta por e-mail:
- Durante as aulas, inúmeras vezes percebi um certo descrédito de sua parte neste sistema burocrático e sistematizado que encontramos em praticamente 100% das empresas que conhecemos. Todas as vezes que percebi o senhor realizar tal comentário, tive a percepção de que de uma certa forma o senhor também descredita a organização institucional hierárquica. Seria isso mesmo? 
Resposta: Realmente você está certa na sua percepção. Minhas crenças com as estruturas piramidais e rígidas são de que quase não servem mais.
Vamos às razões:

1 -Numa estrutura mecanicista e burocrática nós encontramos:

 

  • Alta Especialização
  • Departamentalização Rígida
  • Esferas de copntrole estreitas
  • Centralização
  • Alta Formalização.

 

 2 - Numa estrutura "Plana" ou orgânica vamos encontrar:

 

  • Equipes funcionais cruzadas
  • Fluxo Livre de Informações
  • Descentralização
  • Baixa Formalização.

 

 O que eu noto quando olho as organizações é que o primeiro modelo foi feito para ambientes estáveis e de pouca mutação. Nosso atual ambiente é altamente mutável com intensas pressões. As mudanças são constantes. Assim, o primeiro modelo não serve para ambientes com as características atuais.
Ressalto também que o primeiro modelo não serve para organizações que precisam ser altamente criativas. Então se olharmos as organizações mais rígidas, veremos que tem pouco espaço para criatividade. Quando precisam mudar é um "Deus nos acuda".
As organizações mais planas tem mais espaço para criatividade e as mudanças fazem parte do seu modelo. 

 



Escrito por evaldo às 16h57
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Divã das organizações

Será que as empresas precisam fazer terapia?

A consultoria muitas vezes funciona como um processo de ajuda terapêutica.

Meu amigo Gilberto Porto escreve quinzenalmente no Correio Braziliense sua coluna Divã do Empreendedor. Nos seus brilhantes escritos responde perguntas sobre técnicas de gestão.
Por outro lado, no trabalho de consultoria de desenvolvimento empresarial observo que nosso trabalho funciona como uma ajuda terapêutica para as organizações, quer dizer, para as pessoas que compõe as organizações. Recentemente ao concluir um trabalho junto a uma empresa cliente, perguntei qual o sentimento das pessoas da diretoria sobre o trabalho. Queria saber qual o aspecto mais importante e mais proveitoso do estudo e das soluções desenvolvidas. A resposta foi:
- O ponto mais importante de tudo o que aconteceu durante o trabalho foi a oportunidade de pararmos para conversar, pensar, refletir.
O que ressalto desse trabalho é que foi desenvolvido a partir de uma porção de perguntas, angústias e preocupações que a direção da empresa tinha. Vejamos alguns exemplos:
- Qual o ideal de vendas para que possamos retirar no mínimo R$ X para cada sócio?
- Quais os percentuais corretos para despesas fixas e variáveis, pessoal, impostos, etc?
- Qual o valor do capital de giro necessário?
- Qual o ideal de produtos a serem comprados quinzenalmente?
- Qual o mark-up ideal?
- É melhor comprar em cheque ou no cartão? E Vender?
Foram muitas outras perguntas, mas o que eu estou pensando é:
SERIAM ESSAS AS REFLEXÕES DE UMA TERAPIA EMPRESARIAL?

 



Escrito por evaldo às 19h36
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CRM

O que é Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente?

Cada vez que vou para o MBA com estudo de CRM, vejo o quanto ainda temos para andar.
Faz algum tempo que as empresas perceberam que CRM não é uma aplicação mas sim um modelo. Esse modelo começa pela disposição verdadeira em buscar o atendimento maior às necessidades do cliente e não necessariamente buscar aumento da base de clientes.
Um dos princípios mais negligenciados pelas organizações é a oportunidade de aprender permanentemente com o feedback do cliente. Para que essa aprendizagem possa ser real, o modelo de relacionamento precisa prever canais e mecanismos que captem o índice de satisfação e os desejos dos clientes. Essa captação precisa ser permanente. Enquanto gestores, precisamos saber que os clientes evoluem nas suas necessidades e o que era valor ontem provavelmente não será mais amanhã. Na aula de ontem (09/03) dois exemplos dessa aprendizegem foram citados. Uma montadora de automóveis ligou para uma cliente depois de mais de um ano, informando que uma determinada característica do carro que ela não gostava tinha sido alterada. Ela poderia trocar seu carro por um modelo mais novo com melhorias. O outro caso foi a preocupação de uma empresa em saber se a imagem do seu produto tinha sido arranhada pela ocorrência de um defeito no componente fabricado por um terceiro.  São alentos que mostram que algumas empresas estão fazendo a coisa certa. Infelizmente são poucas.

 



Escrito por evaldo às 22h41
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O valor das coisas

Quanto custa e quanto vale o atendimento pessoal?
O self-service permitido pela internet reduz os custos das empresas, quanto?
Todos sabemos que as empresas buscam reduzir seus custos de pessoal oferecendo oportunidades dos clientes se auto-atenderem pela internet. No ramo do transporte aéreo isso é feito quando os clientes compram suas passagens e fazem o chek-in diretamente no site da companhia. Agora começamos a saber quanto isso custo para as companhias. A Azul Linhas Aereas lançou uma promoção de "Passaporte" válido por dois meses. Se você comprar o passaporte diretamente no site, pagará R$ 899,00. Se comprar pela central de atendimento (telefone) o preço será 989,90. Quando você for marcar os trechos que pretende voar não terá nenhum custo adicional se fizer pelo site mas se precisar da ajuda do operador (telefone) pagará R$ 50,00 pelo contato. Conclusão: A AZUL indica um custo ao cliente de R$ 50,00 a 89,90 por contato feito ao seu call center. Resta saber se nós, clientes, vamos atribuir esse valor. É crer para ver.



Escrito por evaldo às 10h05
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Para refletir

Experiência socialista com as notas da sala de aula
Recebi por e-mail do meu amigo Laércio (autor não citado)
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular insistia que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'. O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Em vez de dinheiro, usaremos suas notas nos testes."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe e,portanto, seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, portanto, ninguém repetiria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um A...

Depois que a média das primeiras provas foi calculada, todos receberam B. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não seesforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média dos testes foi D.

Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um F.

As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre osalunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte daatmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.

Portanto, todos os alunos repetiram... Para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foram seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.



Escrito por evaldo às 18h20
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Hoje é aniversário do vô Antonio
Meu pai
 faz 74 anos.
O filho mais velho do nonno Paulo ia ser padre. Foi ao Seminário Diocesano de Lages-SC, ficou um tempo bom e voltou professor. Sorte minha ele não ter sido padre porque provavelmente vocês não estariam lendo essas linhas. Como professor tinha várias bandeiras, mas uma em particular era destaque: ser contra o fumo. Uma geração inteira de seus alunos de primário (esse era o nome do que é hoje 1a. a 4a. série) não fumam. Quando ficava sabendo que alguem tinha experimentado um cigarro providenciava um castigo. Consistia em escrever centenas de vezes a frase "Não devo fumar". No futebol onde era conhecido como Bazejão, foi zagueiro. Líder comunitário ajudou a fundar o Sindicato dos Trabalhadores Rurais onde eu comecei  trabalhar aos 10 anos. Muitas outras coisas eu poderia escrever aqui. Hoje, aos 74 anos trabalha com comércio, vendendo alimentos para animais de todos os tamanhos. Parabéns "seo" Antonio. Seus filhos, netos e bisnetos desejam felicidades. 



Escrito por evaldo às 11h03
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O que vai para o lixo?
Como estão nossos armários?

No dia 04/01 logo cedo, ao passar pelo container de lixo do prédio onde moro, uma caixa me chamou a atenção. Eram mais de vinte fitas K7 (todos sabem o que é isso?), novinhas. Notei que os rótulos demonstravam tratar-se de gravação de aulas de direito. Provavelmente de alguém que gravou conteúdos para um concurso público. 
Fiquei pensando sobre a obsolescência de um modo geral. Recolhi uma das fitas e levei pra casa. Mas aí o problema. O único equipamento que tenho em casa capaz de "tocar" fitas está com defeito. Aliás toca-fitas era um acessório desejado nos nossos carros. Acabou. Hoje vivemos a era do mp3. O que virá depois disso?



Escrito por evaldo às 18h24
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