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Poupança

Como planejar sua aposentadoria
O que você acha dessa estória.

Recebi do meu aluno Paul Robert (MBA ESAD), a seguinte estória (ou será história?)

Externamente ao Englnad's Bristol Zoo, existe um parque de estacionamento para 150 carros e 8 ônibus. Por 25 anos, a cobrança do estacionamento era efetuada por um simpático atendente. As taxas eram o correspondente a R$ 2,50 para carros e R$ 12,50 para ônibus. Um dia, após 25 sólidos anos de nenhuma falta ele simplesmente não apareceu.
A administração do Zoo, então, ligou para a prefeitura e solicitou que enviassem outro atendente.
A prefeitura fez uma pesquisa e respondeu que o estacionamento do Zoo era de responsabilidade do próprio Zoo, não dela. A administração do Zoo respondeu que o atendente era empregado da prefeitura. A prefeitura, por sua vez constatou que o atendente jamais esteve na sua folha de pagamento.
Enquanto isso, descansando em sua bela residência em algum lugas na costa da espanha (ou similar) existe um homem que, aparentemente, instalou a máquina de cobrança por sua conta e então, simplesmente começou a aparecer, todo dia, coletando e guardando as taxas, estimadas em R$ 1000 (mil reais) por dia... por 25 anos. Assumindo que tenha trabalhado os 7 dias da semana, arrecadou algo em torno de R$ 12.600.000,00 - quase treze milhões de reais.
E ninguém sabe mesmo seu nome.

Será um flanelinha sofisticado? Aproveitou uma oportunidade? É ético?



Escrito por evaldo às 11h18
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Estratégia

Atuação Global mas estratégia local>
Os desafios das megaempresas globais é atender mercados regionais

As recentes aquisições e incorporações ocorridas na área de alimentos colocaram três empresas brasileiras entre as dez maiores produtoras mundiais. O mesmo caminho que foi seguido anteriormente pela AMBEV agora está sendo seguido pela JBS (Friboi), Mafrig e B.Foods (Sadia+Perdigão). A oportunidade de ganhos de escala e presença mundial traz para cada uma delas a necessidade de entender caracteristicas muito peculiares de cada mercado local onde atuam.
Quais os costumes em alimentação?
Quais as crenças e valores?
Qual o uso que as pessoas fazem dos produtos? 
Essas e outras são perguntas relevantes para o sucesso dos produtos em cada mercado. Os movimentos nessa direção são tão relevantes que facilmente viram notícia e passam a ser estudados pelos especialistas. Um caso de sucesso é o lançamento pela AMBEV da cerveja Brahma Fresh, que foi desenvolvida em 2007 especialmente para o mercado do nordeste brasileiro. Trata-se de uma opção estratégica da empresa global para um mercado local. Isso demonstra que as companhias de bebidas estão preocupadas em desenvolver produtos baseados nas tradições e nos costumes regionais. Segundo fontes da empresa o produto foi desenvolvido a partir de uma pesquisa de campo que indicava a necessidade de um produto que ajudasse os consumidores a suportar o calor intenso da região árida, sem prejuízo do sabor. A conquista do mercado foi marcante, passando de 6% de participação para 20% em várias cidades.
O assunto foi matéria do importante jornal Financial Times de hoje(25/09). VEJA AQUI.



Escrito por evaldo às 10h06
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Protagonismo Mundial

A responsabilidade de ser grande
O Brasil precisa estar preparado para ser protagonista mundial

O caro leitor pode ter ficado com um "frio-na-barriga" com a chegada do Presidente Zelaya (Honduras) na embaixada brasileira. O que faremos? O que vai acontecer? 
Com esse fato começamos a perceber de forma mais concreta que o crescimento da importância internacional tem bônus mas também traz um conjunto de responsabilidades.
Frequentemente encontramos isso nas estratégias das empresas. Na última sexta feira fui com a família jantar no FATTO, (Brasília) restaurante estrelado do Dudu Camargo. O resultado foi:
- Espera na fila: 30 minutos. O ambiente era agradável mas o suco solicitado pela minha filha não veio;
- Qualidade da comida: gostei;
- Preço: Caro mais justo;
- Atendimento: HORRÍVEL. Todos os pedidos de bebidas só vieram depois de muita insistência. Em alguns casos os pedidos foram refeitos duas vezes. A carta de vinhos foi "largada" na mesa. Claro que o pedido foi água e suco.
O resultado final é que um jantar que tinha tudo para ser agradável deixou uma sensação péssima. Seguramente não voltarei mais lá.
O que aprendemos: Não basta ser famoso e grande. É preciso assumir todos os ônus de pleitear tal condição.
Voltando ao início: Como será que o Brasil vai se sair no caso Zelaya? 

 



Escrito por evaldo às 10h21
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