Negócios que vão acabar
Os jornais impressos estão em apuros. Com a Internet, os jornais ainda não encontraram uma forma de sobreviver. As rupturas dos modelos de negócio são frequentes com o surgimento de novas tecnologias. Normalmente as tecnologias colocam novos atores empresariais, substituindo os anteriores. Vimos isso com a fotografia digital onde a Kodak e a Fuji cederam seus lugares para Sony, Casio, HP e Canon. As máquinas de escrever foram substituídas pelos microcomputadores e assim por diante. E com os jornais? Com o surgimento da internet e dos "twitters" os jornais impressos estão buscando novos modelos. O cientista Silvio Meira relata importantes transformações que o jornal THE GUARDIAM está promovendo: "o guardian resolveu se tornar uma plataforma de programação de informações: publicou uma API [application programming interface, uma interface de programação, na rede]que torna possível manipular tudo o que existe nos bancos de dados do jornal, agora transformado em plataforma de informação na web. isso significa o que, exatamente? quer dizer que qualquer um que entenda a interface de programação do jornal [mudança: jornal como plataforma de programação] pode manipular tudo o que está no sistema [o guardian], utilizando-o como meio para seus fins, construindo aplicações que, por uma ou outra razão, usem a funcionalidade ou a vasta base de dados do jornal." Na prática significa que o jornal está apostando no potencial do seu estoque de informações e na capacidade que tem de acumular conhecimento. Vai disponibilizar e tentar ganhar dinheiro com isso. Muito interessante, basta saber se vai dar dinheiro. Fonte: Silvio Meira. VEJA MAIS CLICANDO AQUI.
Escrito por evaldo às 23h23
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